Libido masculina: da fisiologia à prescrição
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Todo médico que atende homens adultos conhece as armadilhas do consultório: pedir só testosterona total e perder o diagnóstico, confundir libido com ereção, não reconhecer a síndrome MOSH no paciente obeso, subestimar o efeito de ISRS, betabloqueadores, opioides e espironolactona sobre o desejo sexual, ou ficar sem rumo diante do usuário de anabolizantes em "blast and cruise". Some-se a isso a insegurança com fitoterápicos, a dose errada de anastrozol que provoca hipoestrogenismo iatrogênico e o monitoramento frouxo da TRT — e o resultado é o paciente migrando para coaches de academia e protocolos de internet.
"Libido masculina — da fisiologia à prescrição" foi escrito para resolver essas dores. Em 14 capítulos divididos em cinco partes — Fundamentos, Etiologia, Tratamento Não Hormonal, Tratamento Hormonal e Populações Especiais — o livro entrega fluxogramas diagnósticos, painéis laboratoriais mínimos, fórmulas fitoterápicas combinadas com doses fechadas, protocolos detalhados de TRT (cipionato, Durateston, Nebido, gel e pellets) com cronograma de monitoramento, e protocolos completos de terapia pós-ciclo com clomifeno e hCG. Cada capítulo traz casos clínicos, regras de ouro, pegadinhas e alertas que transformam conhecimento em decisão imediata.
Destinado a médicos, é a referência prática para quem entendeu que a queixa sexual masculina não é detalhe — é frequentemente o primeiro sinal de doenças metabólicas, psiquiátricas e cardiovasculares que merecem método. Da fisiologia à prescrição. Da queixa à conduta.
Resumo / prévia